É de extrema importância disseminar informações sobre saúde mental na infância. Os pais precisam entender quando é o momento certo para intervir em um possível problema psicológico que a criança esteja desenvolvendo. Quando se trata de uma enfermidade física, os adultos sabem como agir e levam a criança ao hospital; porém, como identificar se o pequeno está passando por problemas psicológicos?
Muitas vezes, identificar transtornos psicológicos na infância é um desafio para os pais. A maioria dos adultos não conhece muitas doenças mentais, e ainda pouco se fala sobre o assunto. Para piorar, as crianças enfrentam dificuldades para verbalizar sintomas e sentimentos, o que torna a comunicação dentro do lar cheia de ruídos.
Crianças podem sofrer com uma série de doenças, como:
• Transtorno de ansiedade.
• Transtorno obsessivo-compulsivo.
• Transtorno de estresse pós-traumático.
• Fobia social.
• Transtorno de ansiedade generalizada.
• Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).
• Transtorno do espectro autista (TEA).
• Distúrbios do humor.
• Esquizofrenia.
Sintomas que podem ser apresentados pela criança:
• Dificuldades no aprendizado escolar.
• Comportamento agressivo, chegando a bater ou intimidar os colegas da escola.
• Comportamento autodestrutivo (tenta se machucar).
• Não gosta dos meios sociais em que circula e evita amigos e familiares.
• Enfrenta em seu dia a dia alterações frequentes de humor.
• Demonstra emoções extremas, podendo apresentar episódios de raiva ou medo extremo, por exemplo.
• Energia baixa e pouca motivação.
• Dificuldade de concentração.
• Insônia, e, quando consegue dormir, relata que tem muitos pesadelos.
• Queixa constante de dores e desconforto físico.
• Negligência da própria aparência.
• Atenção toda voltada para seu peso, sua forma e sua aparência, de um modo que chega a ser obsessivo.
• Alterações no apetite, comendo pouco ou muito mais do que o normal.
Os profissionais da escola são grandes aliados das famílias, podendo até alertar os pais sobre possíveis alterações de comportamento dos pequenos. Dessa forma, para que o ambiente escolar seja acolhedor, é necessário que os profissionais invistam em sua qualificação profissional, aprofundando seu conhecimento sobre as complexidades do desenvolvimento infantil.
O educador pode se especializar no curso de Pós-graduação em Neuroeducação, que tem como objetivo oferecer fundamentos teóricos sobre o desenvolvimento nervoso e as várias etapas de aquisição de habilidades sensoriais, cognitivas, emocionais e psicológicas, necessárias ao desenvolvimento da aprendizagem, sob o prisma da neurociência, estimulando a produção de conhecimentos para a prática neuropedagógica e neurodidática na área educacional.
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