A Neuroeducação é uma área multiprofissional que agrega a Neurologia, a Psicologia e a Pedagogia, buscando compreender a forma como o ser humano recebe informações do ambiente e aprende.
As pesquisas da Neurociência ajudam a desvendar como funcionam nossas funções cognitivas que estão envolvidas no processo de conhecimento e fixação das informações.
Quer saber mais? Dê uma olhada nessas 10 curiosidades da Neuroeducação:
1. Neuroeducação é chamada também de Ciência da Aprendizagem
Como as pessoas aprendem, como aprendem melhor e porque algumas não aprendem? Esses são alguns dos questionamentos que impulsionam as pesquisas em Neuroeducação.
A Ciência se presta a ser uma ferramenta muito útil para potencializar o estudo, especialmente daquelas pessoas que têm dificuldades de aprendizagem.
A especialista em Neuroeducação, pedagoga e professora, Maura Reis, usou as técnicas da Neuroeducação para alfabetizar uma menina com déficit de atenção.
“Partindo do princípio de que a aprendizagem está estreitamente ligada à memória e às emoções, além de envolver aspectos biológicos, sociais e psicológicos, entendo que a primeira ação que devemos tomar enquanto educadores é criar vínculos afetivos com nossos alunos e familiares” — explica Maura Reis.
2.Também chamada de Neurodidática, a Neuroeducação tem potencial para revolucionar a educação
"Não podemos seguir ensinando cada nova geração de crianças como fazíamos com a anterior" — diz o historiador escocês e especialista em educação, Niall Ferguson, afirmando algo que qualquer professor com experiência de sala de aula sabe: não funciona mais ensinar como se fazia há 20 ou 50 anos.
3.A Neuroeducação confirma: aprendemos com experimentação e não com memorização.
O neurocientista Shlomo Breznitz, defende que é necessário começar a aplicar nas escolas as descobertas sobre como o nosso cérebro adquire conhecimentos. Muitas pesquisas em neurociência mostram que a experimentação é muito mais eficiente para o aprendizado do que a memorização.
4.“Para aprender, o cérebro precisa se emocionar”
A afirmação é do especialista em Neuroeducação, Dr. Francisco Mora. Segundo as pesquisas, as pessoas aprendem com maior facilidade quando estão motivadas.
5.Três palavras
“A educação baseada no cérebro é melhor entendida em três palavras: engajamento, estratégias e princípios. Você deve engajar seus alunos e fazê-lo com estratégias que são baseadas na ciência real” — diz Eric Jensen no
artigo “10 most effective tips for using brain based teaching learning”.
6.Os quatro fatores-chave da Neuroeducação
A neurodidática está baseada em quatro certezas profusamente pesquisadas e comprovadas: Plasticidade cerebral, Neurônios espelho, Emoções e Aprendizagem multissensorial
7.Você aprende melhor quando está feliz
Você deve saber que a dopamina faz parte do grupo chamado de “neurotransmissores da felicidade”. Mas, um
estudo publicado por cientistas alemães mostrou que a dopamina também aumenta a retenção da memória no momento da aprendizagem.
8.Uma receita simples, mas revolucionária.
“Um feedback imediato e as recompensas permitirão manter o estado de atenção necessário” — diz David Souza em seu livro Neurociência Educativa.
9.Um questionamento ao sistema educativo atual
“A neuroeducação apresenta um novo modelo que questiona o sistema educativo atual e sua crescente carga curricular, empenhado em criar futuros profissionais competentes em vez de competitivos” — Neuroeducação e Jogos de mesa.
10.“É melhor 50 aulas de 10 minutos do que 10 aulas de 50 minutos”
A afirmação é de Francisco Mora, Especialista em Neuroeducação e autor do livro Neuroeducação em
reportagem do El País, “só se pode aprender aquilo que se ama” defende que “é preciso acabar com o formato das aulas de 50 minutos”.
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O curso de
Neuroeducação da Pós Uni Dom Bosco EAD tem por objetivo oferecer fundamentos teóricos sobre o desenvolvimento nervoso e as várias etapas de aquisição de habilidades sensoriais, cognitivas, emocionais e psicológicas necessárias ao desenvolvimento da aprendizagem.
Os diferenciais do curso são as ênfases na abordagem do aspecto neural da aprendizagem, na Neuroplasticidade e na inclusão.
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